BIOGRAFIA

 

     

Clayber nasceu em São Paulo e iniciou sua carreira aos 8 anos de idade tocando inicialmente com o grupo que participava para acompanhamento de calouros num programa da Rádio Cultura, emissora onde foi descoberto. Com esse grupo, começou a participar em Shows, se apresentando no Parque Shangai profissionalmente. Para isso, recebia cachê e tinha carteira do D.D.P para trabalhar como menor.
Também nesta época, em 1945, junto com dois amigos formou um trio de harmônicas que fazia parte do conjunto “Cadetes do Ritmo”, formado por ex-alunos do Liceu Coração de Jesus. O teatro do Liceu Coração de Jesus foi palco para diversas apresentações de Clayber que se apresentava não só como solista de harmônica, mas também como contrabaixista.
Em 1956, muito assíduo com sua vinêta, formou um trio com Zezinho de Lima e Raymundo Paiva e com estes trabalhou como propagandista da Hering, fazendo demonstrações dos instrumentos da empresa na grande São Paulo.
Em 1957, integrou com Omar Izar e Raymundo o grupo “Omar Izar e seus Harmonicistas” que durou até 1959 com um grande saldo de apresentações no Brasil, vários discos 78 RPM Standerplays e um LP. Logo após, integrou ao “Trio Gevalth” da Argentina. Com este trio viajou pela América do Sul e por ocasião, esteve na Alemanha em um Festival de Gaitistas instituído pela Fábrica de Harmônicas Hohner, classificando-se em primeiro lugar como harmonetista. Esta foi sua primeira posição mundial como gaitista profissional.
Em 1960, retorna para o Brasil e retoma seu segundo instrumento: o contrabaixo, e integra ao movimento da Bossa Nova, formando o “Manfredo Fest Trio”, com o qual gravou 3 LP’s. Em seguida montou seu próprio trio ao qual nomeou “Sambalanço Trio”, lançando ao grande público dois fantásticos músicos, Antônio César Camargo Mariano e Airto Guimorvã Moreira chegando a gravar 3 LP’s. Este trio foi considerado pela crítica brasileira como o melhor da Bossa Nova. Nesta mesma época, 1962, recebe da PUC (RIO), em acordo com a crítica musical brasileira, uma medalha de ouro e o título de “O Melhor Contrabaixista de Bossa Nova do Brasil”.
Paralelamente às apresentações como contrabaixista, nunca se descuidou da gaita de boca, e sempre que possível introduzia nos shows que participava, tocando Bossa Nova e Jazz, dois estilos sempre muito queridos e preferidos pela maioria das platéias da época. Fez inúmeras participações como gaitistas em muitos LP’s de vários cantores e grupos musicais da Bossa Nova.
Trabalhou em seguida como contrabaixista do quinteto “Sambossa-5” gravando 2 LP’s e em seguida, 1970, reagrupa o Jongo Trio (conjunto vocal e instrumental) gravando 2 LP’s, com o qual fez tournê por todo o Brasil e Europa. Aliás, foi na Europa que conheceu pessoalmente o gaitista “Toots-Thielemans”, e de quem já era fã incondicional. Após ver vários concertos seus decide-se a retornar ao seu instrumento inicial, a gaita de boca, e deixar o contrabaixo em segundo plano.
Reiniciou seus estudos da gaita, utilizando-se de seus conhecimentos harmônicos e musicais obtidos como contrabaixista e recomeça sua vida profissional como gaitista. Foi a maior decisão de sua vida, pois o lugar que ocupava como contrabaixista já era muito importante mundialmente, tanto que já tinha sido convidado a tocar ao lado de nomes importantes no mundo da música instrumental mundial, como Oscar Peterson (Pianista Canadense) e Tete Montolyo (Pianista Espanhol – tido pela crítica européia como maior expoente jazzistico da Europa).
Voltou a viajar pelo mundo passando por 27 países e onde as críticas sempre o elevaram a um lugar de muita expressão, gravou vários discos e participou de outros, e aqui no Brasil gravou 3 LP’s.
Na sua bagagem curricular, onde já levava o título recebido no Brasil como contrabaixista, somou mais um que lhe foi outorgado pela fábrica Hohner que em 1º de Novembro de 1979, o nomeou como “Um dos Dez Melhores Harmonicistas do Mundo” com a edição de um Urkunde. Após várias viagens com muitas tournês internacionais, retorna ao Brasil, e em 1980 faz uma tournê pelo Estado de São Paulo contratado pela Secretaria da Cultura e se apresenta em 66 cidades fazendo 198 apresentações musicais didáticas onde instituiu a harmônica de boca como instrumento ideal à iniciação musical brasileira. Em todos 198 espetáculos foi aclamado pelas várias platéias sempre de pé, como comprovam os documentos expedidos pelas escolas e prefeituras que o receberam.
Para este grande passo em prol a reabilitação da tão esquecida gaita de boca e por meio de um contrato com a Secretaria da Cultura, projetou e compôs um pequeno e objetivo método de aprendizado para gaita de boca, o qual foi distribuído por onde passou. Este método foi editado pela fábrica de pianos Fritz Dobbert (Piano Fatura Paulista S.A.) e foi distribuído para 100.000 pessoas. No interior do método foi colocado: “... poderá parecer-lhe estranho o fato de nós uma industria de pianos, estarmos aqui como colaboradores deste trabalho; porém nosso objetivo principal, juntamente com o governo, é prestigiar e enaltecer a cultura musical para a qual não estamos medindo esforços, criando uma nova mentalidade que desperte este interesse musical. Temos certeza que agora você não está mais estranhando nossa presença aqui, pois os instrumentos podem ser diferentes, mas o caminho é um só: música”. Hoje este método, ainda que abandonado, está formalizado e oficializado pelo governo daquela época.
Em 1981 Clayber sai novamente em viagem pelo exterior subindo pela América do Sul até chegar ao México onde residiu durante um ano, chegando até a ganhar uma filha mexicana, Ana Albertina.
Montou uma escola de música onde passou a ensinar gaita de contrabaixo. Foi a sua primeira experiência no campo no ensino destes dois instrumentos, tão gratificante que se entregou de corpo e alma na parte pedagógica e elementar do ensino formulando uma metodologia toda aplicada à formação de novos gaitistas tanto quanto a continuidade dos que já tocavam. Montou um esquema todo baseado na suas experiências como gaitista e contrabaixista profissional.
Hoje, somente se dedica às aulas para gaitistas e para os quais escreveu quase 800 músicas, tendo em vista tanto o folclore nacional quanto o internacional, somando também as músicas da MPB, Jazz, Country, Blues, fora os clássicos e semiclássicos, sem se descuidar das valsas francesas, boleros, tangos e outras tantas.
Todo o seu método está descrito, exercícios e musicas, em partituras musicais (pentagrama) e também em codificação especialmente composta aos que não sabem ser músicas. Cada música vai com exercícios básicos e feitos para introduzir a idéia de improvisações simples e mais uma fórmula de improviso totalmente escrita pelo mesmo. Quanto aos inúmeros segredos que a harmônica tem, esses são ensinados mesmo, é como se diz na gíria “entregando o ouro para os bandidos”.
Clayber lançou seu método em rede nacional, por meio do programa Perdidos na Noite em 1987. Por intermédio do mesmo conseguiu cerca de quase 500 alunos em todo o Brasil em curso montado por meio de correspondência. Em seguida fez os programas Caçulinha, Flash do Amaury Júnior, Záccaro, programa de rádio do Sabá na Jovem Pan e do Osmar Santos na Rádio Globo, de onde vieram mais cerca de outros 600 alunos.
Hoje em dia, este número ultrapassa 15.000 alunos, somando-se os que vieram de forma particular e os correspondentes. O grande segredo da aceitação desta forma inovadora de metodologia aplicada ao aprendizado da gaita de boca do Professor Clayber é, sem dúvida à parte de áudio que está todo feito em forma de CD ou fita cassete, com playbacks para acompanhamento, que são passados aos alunos que os recebem além da apostila. Estas aulas vão em forma de fases contendo 12 aulas cada, com músicas e exercícios gravados pelo professor com sua melodia original mais a parte improvisativa. No total existem 8 fases compostas no total por 96 aulas. De fase a fase o aluno remete uma mídia gravada por ele para avaliação do professor. É o único curso que mantém este tipo de avaliação de fase a fase.
Hoje Clayber se apresenta de várias formas, ou como solista com seu estudo sobre o Hino Nacional Brasileiro em várias aberturas de eventos, tanto em níveis governamentais quanto empresariais, para os quais tem em seu poder uma autorização do Ministério da Cultura assinada pelo Ministro Francisco Weffort. Este estudo para a gaita de boca sobre o Hino Nacional já está praticamente oficializado pelo Estado de São Paulo, pois foi editado em 25 de Janeiro de 2004 por meio de um CD gravado com o acompanhamento do Corpo Musical da Polícia Militar do Estado de São Paulo em apresentação perante autoridades do Estado como, o Governador Sr. Geraldo Alckimin, Secretário da Segurança, Sr. Saulo de Abreu, Secretária da Cultura, Sra. Claudia Costin, Comandante da Polícia Militar, Sr. Cel. Alberto Rodrigues, entre outros, além de grande público presente em Concerto de lançamento no palco da Sala São Paulo. Os outros formatos de suas apresentações são, como solista com acompanhamento de apenas um pianista, ou de um trio, ou até com Orquestra Sinfônica, como ocorrido em 1993 no Teatro Municipal de São Paulo, ou ainda, em conjunto com o historiador Major Luiz Eduardo Pesce de Arruda com a apresentação do espetáculo “Revolução de 1932 – Os Sons da Guerra” e também em forma do “Show do Jingle” em parceria com o produtor e jinglista Zelão, com o qual apresenta um retrospectivo da História da Propaganda Brasileira. Neste ponto deve ser levado ao conhecimento público de que o Clayber tem mais ou menos 2.000 jingles por ele produzidos, ou também com várias parcerias.

 

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